"Comemorar ou não a data"
A libertação do trabalho escravo no Brasil foi uma conquista que demorou para acontecer sendo o ultimo país a aderir a abolição dos escravos, em 13 de maio de 1888 foi promulgada a Lei Áurea que foi assinada pela Princesa IsabeA libertação do trabalho escravo no Brasil foi uma conquista que demorou para acontecer sendo o ultimo país a aderir a abolição dos escravos, em 13 de maio de 1888 foi promulgada a Lei Áurea que foi assinada pela Princesa Isabel que determinava a libertação uma ótima noticia para os escravos a partir de então eles não eram obrigados a fazer anda contra sua própria vontade e tinham o direito de serem tratados como cidadão, mas a lei também os deixou em miséria total já que não tinham mais onde morar, os negros ficaram sem nenhuma assistência com a promulgação da lei e é possível ver o reflexo disso até os tempo de hoje. Os negros tiveram papéis fundamentais para o desenvolvimento do Brasil e na atualidade temos milhões de descendência africana.
O século 21 começou, no mínimo, instigante para a pecuária mundial, principalmente, para o profissional zootecnista como ator primário da produção de alimentos de origem animal. Se a revolução pecuária, ao final do século passado, surgiu como requisito para definição de políticas públicas, no que diz respeito à necessidade da melhoria dos índices de bem-estar das populações, tendo por base os alimentos de origem animal, principalmente, para os povos de países em desenvolvimento, o efeito estufa surgiu em contraposição à primeira verdade. É inquestionável a necessidade de o mundo se preparar para produzir alimentos em quantidade e qualidade para suprir uma população mundial ainda crescente, que deve alcançar a casa dos nove bilhões de pessoas até o ano de 2050. A esse mesmo tempo, pesquisadores afirmam que a produção global de carne mais que dobrará, chegando a 465 milhões de toneladas, sendo acompanhada por alta similar na produção de leite. Tudo isso nos remete a profundas reflexões e chegamos a duas conclusões impactantes: da importância do profissional zootecnista, nesse complexo contexto da produção animal, e do Brasil como sendo o País mais visado atualmente como "alimentador" do mundo. A dinâmica atual da pecuária exige a formação de um profissional quase mutante, pronto às constantes transformações, de olhar sempre crítico e de um sentimento ético acima de tudo. As novas diretrizes curriculares do Curso de Zootecnia possibilitam a formação desse profissional que a sociedade tanto precisa. Cabe aos dirigentes nas instituições a sensibilidade e grande responsabilidade de implantação e acompanhamento dessas diretrizes em sua plenitude.
Tudo isso nos faz refletir e nos remete ao dia 13 de maio, quando comemoramos o Dia do Zootecnista. Por isso, estamos reverenciando o profissional zootecnista, que há mais de 40 anos surgia da impaciência do Professor Otávio Domingues, que sonhava com a formação de um profissional transformador, capaz de se integrar ao desenvolvimento socioeconômico do País. E aqui estamos nós, zootecnistas, transformadores e integrados, ganhando o Brasil, ganhando o mundo.
Salve 13 de Maio, Dia Nacional do Zootecnista!

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